João Paulo Cuenca nasceu no Rio de Janeiro em 1978.
É autor de “Corpo presente” (Planeta, 2003), “O dia Mastroianni” (Agir, 2007) e co-autor de “Parati para mim” (Planeta, 2003), que lançou como um dos escritores convidados da primeira FLIP (Festa Literária Internacional de Parati). Os direitos de adaptação de “Corpo Presente” foram comprados pela TV Globo.
Escreveu crônicas semanais para a Tribuna da Imprensa e para o Jornal do Brasil entre 2003 e 2005. Atualmente é colunista do suplemento Megazine do jornal O Globo, onde escreve às terças.
Participou das antologias “Prosas Cariocas” (Casa da Palavra, 2004), “Dentro de um livro” (Casa da Palavra, 2005), “Contos sobre tela” (Pinakotheke, 2005), “Paralelos” (Agir, 2005), “Cenas da Favela” (Geração Editorial, 2007), “Cem melhores crônicas brasileiras” (Objetiva, 2007) e “B39 – Antologia de cuento latinoamericano” (Ediciones B, 2007).
Em 2007, foi selecionado pelo Festival de Hay e pela organização do festival Bogotá Capital Mundial do Livro como um dos 39 autores mais destacados da América Latina com menos de 39 anos.
Novembro 7, 2007 at 5:01 pm
Prezado João Paulo,
A TVE BRASIL possui em sua grade de programação o Comentário Geral – direção Geraldo Iglesias, roteiro João Carlos Motta; apresentação, Larissa Prado. Trata-se de um programa temático que tem como comentaristas fixos, entre outros, Ancelmo Gois ( Radar), Geraldinho Carneiro ( poesia), Tárik de Souza ( música). Comentário Geral vai ao ar todas as 5º feiras, às 21 horas, com reprise aos sábados às 22 horas.
Estamos trabalhando na pauta Presente, para tanto, gostaríamos de contar com o seu comentário sobre o seu livro ” Corpo presente”. A gravação poderá ser feita de segunda à sexta, sempre a partir das 15 horas, aqui no Rio de Janeiro.
Desde já agradeço sua colaboração; coloco-me a disposição nos telefones (21) 2117-6533 / 6582, para qualquer informação adicional.
Atenciosamente,
Luana Daiha
Comentário Geral
http://www.tvebrasil.com.br/comentariogeral
Fevereiro 14, 2008 at 3:59 pm
Olha, primeiro eu sou uma leiga e não posso nem devo fazer de conta que sei de alguma vertente que o teu livro segue, o fato é eu amo aquele livro, tá eu sei que um monte de gente fala isso todos os dias mas duvido muito que alguma delas durma com o livro, transcreva á mão, vá encher a cara num boteco qualquer com o livro do lado… Enfim se você ler isso aqui a minha ambição única é dizer:”ainda tá cedo, onde eu vou depositar todo esse carisma?”
valeu,
Natalie
Maio 14, 2008 at 2:24 am
Livro de cabeceira, Corpo Presente. Era. Presenteei a uma pessoa querida (a comentadora de cima)
O que vou dizer sobre as andanças de Carmen em minha mente? Ela me envenenou. Criou um poltergeist chamado Laura.
Cuenca…
Agosto 5, 2008 at 10:31 pm
Caro João, depois de ler a resenha do seu livro, Dia Mastroianni, em um jornal aqui de Curitiba [Rascunho], fiquei simplesmente deslumbrada.
Comprei o livro, Devorei o livro.
A forma com que descreve as imagens são de profundo deleite. Fiz com que várias pessoas tivessem vontade de ler o livro por conta do tamanho entusiasmo que demostrava ao contar sobre.
Há muito gostaria de lhe escrever contando isso, mas estava com vergonha. Não que ainda não esteja, contudo acho um ‘crime’ esconder de um dos meus autores favoritos a tamanha admiração que tenho por ele! Até Outubro! =D
Novembro 25, 2008 at 6:06 pm
Oi, João Paulo,
, então deixo meu endereço aqui. A pauta tem como mote o poder do criador e a liberdade de forjar universos ficcionais. Te interessa?
Tudo bom?
Eu pensei em te entrevistar para uma matéria. Será que você pode me retornar?
luciana.veras@uol.com.br.
Procurei teu email aqui e não achei (por motivos óbvios, desconfio!
Aguardo teu retorno. Abraços e obrigada.
Março 5, 2009 at 2:12 am
João Paulo Cuenca,
As manchas roxas são de fato um tema. Menino, seja lá quem você seja, eu pergunto: por onde andavas? Amanhã compro seus livros e fico sabendo mais, pois a Megazine passa sempre de raspão. Agora que chego de Chiclayo, com tantas novidades sobre os Mochicas e San Pedritos, algo que desperte a vontade de leitura, tem sempre o meu respeito a atenção.
Abraços,
Sonia Burle